sábado, 10 de julho de 2010

SE A PINTURA MORREU O MAM É UM CÉU

 

Com este título, original e bem divertido,

o MUSEU DE ARTE MODERNA do Rio de Janeiro

apresenta 33 obras dos artistas Daniel Senise,

Luiz Zerbini, Adriana Varejão, Jarbas Lopes,

Eduardo Berliner e Gustavo Speridião,

que fazem parte do acervo do

MAM/Coleção Gilberto Chateaubriand.

 
“São artistas, em momentos distintos de sua trajetória,

que mantêm com a pintura uma relação vital”,

explica o curador Luiz Camillo Osório.

A exposição dialoga com a mostra

“Cristina Canale – Arredores e Rastros”,

que será apresentada no terceiro andar do museu,

no mesmo período.

 

Serão apresentadas pinturas, de diferentes datas,

sendo a mais antiga de 1984 e a mais recente de 2010.

As pinturas são feitas em diferentes técnicas,

entre elas: óleo sobre tela;

acrílica sobre MDF, sobre aglomerado e sobre tela;

pó de ferro e metal sobre cretone;

carvão, nanquim e tinta esmalte sobre tela;

verniz com pigmento, carvão,

grafite e tinta esmalte sobre lona.

 

 

 

 

Obra de Jarbas Lopes

 

 

 
rioecultura : EXPO Se a pintura morreu o MAM é um céu

Daniel Senise 692 Sem título 1986
acrílica sobre tela.

 

rioecultura : EXPO Se a pintura morreu o MAM é um céu

Eduardo Berliner Trem Fantasma 2007
óleo sobre tela rígida.

 

 

Obra de Luiz Zerbini

 

 

 

Obra de Adriana Varejão

 

 

A mostra de Cristina será composta por 20 telas,

de 1995 a 2010,

período que retrata uma transformação

a partir de sua ida para estudar na Alemanha

até o momento atual.

 

 

Sobre estes últimos 15 anos, enfocados no MAM,

ela comenta:

– “Comecei com formas botânicas,

com grandes folhas de árvore dominando a composição,

e um cromatismo em volta, fazendo isso girar.

Depois, comecei a pintar poltronas e, então, casas.

Depois, entrou gente na minha pintura.

Já é uma forma mais sofisticada.

Aí entrei no mundo dos animais,

que lembram as poltronas, mas com orelhas, sabe?

Em volta dessas formas principais,

sempre há um cromatismo que as fazem girar,

e não ficarem estáticas.

Em algumas, entrou um geometrismo,

com chão em losangos”.

 

 

 



A pintora Cristina Canale e seus quadros

 

 

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sexta-feira, 25 de junho de 2010

RUBENS E SEU ATELIÊ DE GRAVURA

 

 

Autorretrato de Rubens

 

Auto-retrato de Rubens

 

 

“Rubens e seu Ateliê de Gravura”,

apresenta-nos 56 gravuras pertencentes

ao Museu Siegerland, situado em Siegen

(Alemanha), cidade natal do artista.

As obras abrangem todos os âmbitos temáticos

da obra do pintor: a Bíblia,

a mitologia greco-romana e a alegoria,

bem como o retrato, a paisagem,

as séries históricas e a ilustração de livros.

 

Destas 56 gravuras, 51 são interpretações

em branco e preto de quadros pintados por Rubens.

 

 

Peter Paul Rubens (1577-1640),

barroco por excelência,

refletiu as paixões da época em sua obra,

inclusive nas gravuras produzidas em seu ateliê.

 

Ainda em vida, Rubens cuidou para que sua obra

não ficasse restrita a palácios e igrejas,

mas tivesse ampla divulgação,

empregando jovens gravuristas

para reproduzir seus quadros,

com a sua supervisão.

 

Rubens foi o primeiro artista

a obter a proteção do direito autoral

– os privilégios reais (concedidos pelo Rei) –

para reproduzir suas obras em gravuras com exclusividade.

 

 

 

 

A idéia central da pintura deveria ser preservada,

mas havia liberdade para modificar as composições.

Dependendo da demanda,

era possível imprimir diversas edições,

em parte com alterações, pois as chapas de impressão

se desgastavam rapidamente, requerendo

vários processos de correção.

 

 

 

 

 

As gravuras, menores que os quadros,

transmitem a beleza e o significado

dos trabalhos de Rubens e proporcionam,

às novas gerações, a redescoberta do artista.

 


 

 

 

Neste século, a gravura de reprodução

quase pertence às artes esquecidas,

pois a fotografia e os modernos processos gráficos

estão à disposição de todos.

 

 

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Deposição da Cruz

 

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A Grande Pescaria

 

  

 

A mostra, que vem à capital paulista pela primeira vez

e conta com patrocínio Caixa Econômica Federal,

ficará exposta na Galeria Vitrine da Paulista

até 25 de julho de 2010.

 

terça-feira, 22 de junho de 2010

OUROS DE ELDORADO ARTE PRÉ-HISPÂNICA DA COLÔMBIA

 

 

 

 

 

 

 A mostra original do Museo Del Oro,

na Colômbia,

pela primeira vez no Brasil,

traz relíquias simbólicas

da ourivesaria pré-hispânica

e conta, por meio de seu acervo,

um pouco da cultura

dos povos que ocuparam

a antiga religião da Colômbia.

 
Ao todo serão apresentados 250 artefatos em ouro

e 40 objetos arqueológicos de cerâmica

dispostos em seis salas da exposição

e divididos entre doze temas diferentes,

como Animais Fantásticos,

Universo das Formas,  Gente Dourada e outros.

Gente Dourada lembra

a origem do termo El Dorado,

atribuído primeiramente,

pelos conquistadores espanhóis,

ao personagem central de um ritual

em que o chefe indígena, coberto por ouro em pó,

lançava objetos preciosos ao fundo de uma lagoa,

como oferenda às divindades.

 

 

 

 

 

 

 Entre outras preciosidades,

o visitante encontra recipientes em ouro

para rituais especiais, pingentes ,

tecidos e adornos de alto luxo.

cuidadosamente esculpidos

pelo povo pré-hispânico,

que evidenciam a diversidade

e as técnicas metalúrgicas criadas

pelos antigos habitantes indígenas da região.

 

 

 

 Peça em ouro da exposição Ouros de Eldorado

 

 

 

   Todas as obras integram o acervo

do Museo del Oro del Banco de la Republica

– Colômbia, e fazem parte de uma

das mais importantes coleções

de ourivesaria do mundo.

 

 

 

Imagem: Divulgação.

domingo, 20 de junho de 2010

APRESENTAÇÃO DA CIA CISNE NEGRO EM ARAÇATUBA

Sexta-feira tivemos o prazer de assistir

a uma belíssima apresentação

da CIA. CISNE NEGRO

na 2ª Dança Araçatuba,

uma realização conjunta do SESCSP,

da Prefeitura Municipal e

das Academias de Dança da cidade.

Foram apresentadas as coreografias:

Danses Concertantes, Sabiá e Forrolins.

Forrolins é uma homenagem a Villa Lobos.




 

 

 

A música original de Forrolins,

composta em 1991 por Cacá Malaquias,

é um frevo, nascido em Carnaíba,

agreste pernambucano,

terra do autor do tema

e com forte influência do forró nordestino.

 

FORROLINS é baseada nas variações de Forrolins,

e das Arias das Bachianas Brasileiras nº4,

de Heitor Villa Lobos.

 

 

  
 


 
 


 

 

A alegria e a técnica apurada

deste maravilhoso conjunto

fez com que o numeroso público presente

vibrasse e saísse do teatro entusiasmado.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O ADEUS DO MESTRE ANTÔNIO POTEIRO

Antônio Poteiro, com suas barbas longas

à semelhança de um profeta bíblico,

em sua aparência simples,

foi um grande estudioso

de História e das Sagradas Escrituras.

  Autêntico criador de formas, dotado de uma visão pessoal,

com sua morte, as artes visuais perderam

um grande artista da pintura primitivista brasileira.

 

 - (Aureliza Correa/Esp. CB/D.A Press - 7/10/04)

 

 

Antônio Batista de Souza,

conhecido como Antônio Poteiro,

nasceu em Santa Cristina da Pousa, Província do Minho,

em Portugal, no dia 10 de outubro de 1925,

 filho do ceramista português Américo Batista de Souza.

Veio para o Brasil quando criança.

Morou sucessivamente em São Paulo e Minas Gerais,

viveu um ano e meio na Ilha do Bananal entre os índios Carajás

e, finalmente, radicou-se em Goiânia.

Iniciou-se na vida artística como artesão,

ganhando a vida como fabricante de cerâmica utilitária

(de onde surgiu seu sobrenome “artístico” de Poteiro)

e aos poucos seus potes,  de simples recipientes caseiros,

transformaram-se em objetos complexos e ornamentados,

mostrando uma fantástica imaginação

e excelente domínio da técnica.

Em 1972, já conhecido como ceramista,

começou a pintar, 

transportando os elementos usados em suas peças de cerâmica

para as telas, 

apresentando, em suas obras,

motivos regionais e temas bíblicos.

A Ciranda e as Flores, 1981

 

 

 

Cavalhada 1982

 

Papai Noel Nordestino  1984

 

 

 

 

Girassóis  2006

 

 

As cerâmicas de Antônio Poteiro

fazem parte do acervo

de importantes Museus e coleções particulares.

A Ecologia, sem data

 

 

 

 

 


 

Nossa Senhora dos Navegantes  1993-94

 

 

Alguns comentários sobre o artista:

"Trata-se de um puro criador de imagens primitivas,

com o senso de humor e a sabedoria intuitiva

da composição e da cor”.

Walmir Ayala

Segundo Brasigóis Felício,

"a impressão que nos transmitem as pinturas

e a cerâmica de Antônio Poteiro

é a de que foram extraídos do cerne da vida,

transfigurados em arte por um impulso criador

ao mesmo tempo ingênuo e requintado...

Antônio Poteiro é um inspirado poeta das cores e do barro".

 

Para Georges Racz,

"Poteiro sonha as suas telas,

soluciona o espaço, as cores e as figuras,

como só uma criança consegue...

pintura poderosa, abençoadamente bela".

 

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A FORMA OCULTA ANTONIO PETICOV

 


Mostra inédita reúne 22 obras

do artista paulista ANTONIO PETICOV,

a partir de 24 de maio

no Espaço Cultural Citi da Avenida Paulista.

Nascido em Assis, interior de São Paulo,

em 1946, Peticov ,

desde o início da adolescência ,

optou pelas artes plásticas.

Estudante de história da arte,

começa a expor

na primeira metade da década de 1960.

A partir de 1970, muda-se para Londres,

dali para Milão e,

em 1986, para Nova York,

retornando ao Brasil apenas em 1999.

Autodidata,

Peticov expôs dentro e fora do Brasil

em museus de renome.


O curador da exposição,

o crítico Jacob Klintowitz, diz:

“Antonio Peticov é o artista da invenção

e da descoberta de um universo oculto

feito de beleza, harmonia e magia.

É um artista multifacetado

e os seus interesses

estéticos e humanos são marcantes,

pois obedecem a uma linha cultural contínua.

E não há qualquer diferença

entre os interesses do artista Peticov

e do homem Peticov,

o que é mais raro do que se pensa.

Esta unidade confere forte autenticidade

ao seu percurso pessoal

feito unicamente de reflexão”

A produção com cores fortes

e um aspecto lúdico nas imagens representadas

--desde figuras geométricas até paisagens,

vai até o ano de 2009.

Discovering 1985

Discovering  1985

da janela 2008

Da janela  2008

 

 

Amsterdan Rainbow 1975

Amsterdan Rainbow 1975

tarde chuvosa 2009

Tarde Chuvosa 2009

cor1

Cor

The Special Preparation 1993

The Special Preparation 1993

 


“Mágico" é a palavra que muito tem a ver

com Peticov e, neste particular,

ele é um artista único na arte brasileira.

Um mágico na capacidade de mudar o real em sonho,

de acrescentar à nossa vida

relâmpagos de beleza e espanto”.

Ferreira Gullar, poeta e crítico de arte.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

VÊ, ESTÃO VOLTANDO AS FLORES…

 

Neste princípio de maio,

desde o sítio São Luiz, em Valentim Gentil,

vim me encantando com as paineiras floridas,

tão lindas!

 

 

Paineiras S. Luiz003

 

 

 

Paineiras S. Luiz004

 

 

 

Paineiras S. Luiz002

 

 

 

 

Paineiras S. Luiz013 

 

 

…E me veio à memória uma velha melodia:

Vê, estão voltando as flores,

Vê, nessa manhã tão linda,

Vê, como é bonita a vida,

Vê, há esperança ainda.

Vê, as nuvens vão passando,

Vê, um novo céu se abrindo,

Vê, o sol iluminando,

Por onde nós vamos indo,

Por onde nós vamos indo.

Por onde nós vamos indo.

Laia laia laia…

(Música: Estão voltando as flores
Autoria: Paulo Soledade)


Confesso que cheguei em casa cantando,

feliz…

segunda-feira, 10 de maio de 2010

OBRAS DE BOB NUGENT : FAUNA E FLORA DO BRASIL

 

“Obras Inéditas”, do norte-americano Bob Nugent,

estiveram em exposição na Dan Galeria em São Paulo.

Composta por 60 registros da flora e fauna brasileiras,

— pinturas, esculturas em madeira, papel e tela —

a mostra é resultado de inúmeras viagens

às regiões banhadas pelo rio Amazonas.

realizadas  ao longo de 23 anos

pelo artista norte-americano

As pinturas do Bob Nugent se caracterizam

pela constante presença

de matizes de amarelo ocre e negro.

 

Gonçalo Ivo descreve, poeticamente,

a obra de Bob Nugent

 

O Visitante

Pequenas folhas e flores,

bulbos, parasitas, casulos, ninhos e insetos

vivem e morrem neste lugar de charco e lodo.

A imagem de um Brasil distante, misterioso

e muitas vêzes nunca visto

é o assunto principal deste artista que veio de longe

e que nos propõe olhar o que está próximo.

Cavamos a terra e vemos suas entranhas,

o emaranhado do formigueiro e das raízes,

a larva branca e a víbora que rasteja pela barranca do rio.

Bob Nugent fez várias viagens para descobrir o Brasil.

Outras tantas serão necessárias.

Haverá sempre uma paisagem nova para ser vista e vivida.

E finalmente, convidados a mergulhar na água parada,

veremos o que há abaixo da superfície

e entenderemos como a seiva se move para o céu.

 

 

 

Tocantins 2009

 

 

 

_grileiro-2007

 

 

06 

 

 

004

 

 

07

 

 

16c

 

 

 

Notável XXXII

 

 

005

 

 

Flora brasiliensis 2008 03

 

 

 

Flora brasiliensis 2008 02

 

 

 

11a

 

 

16d

 

 

Flora Brasiliensis 2008

 

 

 

Flora Brasiliensis 2007

quarta-feira, 5 de maio de 2010

RENATA CRUZ NO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO PARANÁ

 O Governo do Estado do Paraná,

a Secretaria de Estado da Cultura

e o Museu de Arte Contemporânea do Paraná

convidam para as exposições

DIANTE DA DÚVIDA DE NOMEAR

O QUE VEJO

Paulo Nazareth

FUGA

Renata Cruz

O AMESTRADOR

Renata Ursaia

de 6 de maio a 13 de junho de 2010.

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Móveis, livros e muita cor são elementos básicos

na instalação FUGA.

Desde 2007, quando teve a idéia inicial,

Renata Cruz está trabalhando nessa exposição.

FUGA já foi exposta na Funarte,

no final de 2009,

mas a maior parte vem inédita.

A artista faz maquetes,

fotografa e transforma essas imagens

em livros, que são utilizados na instalação.

Baseada no imaginário infantil,

o que justifica o colorido intenso,

ela explica que a idéia é retratar

o transbordar das informações dos livros,

onde tudo foge dele e vai mundo afora.

 

Fuga

 

  FUGA - Renata Cruz

 

 

A respeito da obra de Renata,

Saulo di Tarso comenta:

Ao mesmo tempo em que Renata Cruz

está engajada no Ateliê Fidalga,

sem dúvida um lugar de experiência

da arte contemporânea,

sua sensibilidade a distingue,

de maneira incomum ,

por uma característica:

a capacidade de portar a arte,

de um lugar a outro,

fenômeno este que a faz pertencer

a um grupo novo de artistas

que atuam literalmente, de maneira direta,

na manipulação do organismo da arte

por uma situação

que a história recente configurou:

a arte como conhecimento.

Isto está um passo a frente.

Não é mais a prática da situação

que evidencia um conceito

e sim o que flui da ação constante

de pensar em arte, fazendo arte.

Esta ação é fruto da atividade de buscadores,

de gente cuja sensibilidade está superando

a dicotomia entre o velho e novo mundo,

e mais ainda,

está pondo por terra as distâncias

entre a sensibilidade comum

e a suposta sensibilidade superior dos artistas,

tal como eram rotulados no passado.


Entre ser um ser, mulher, mãe, buscadora,
criadora,

só há uma distinção que a diferencia do cotidiano:

o aparecimento de uma obra

que vem sendo construída pelo dialogismo.


Na década de 80 Renata Cruz

se formou em Comunicação Visual (Unesp)

e Educação Artística (Unaerp).

De 1991 a 1993, teve aulas

na Facultad de Bellas Artes

de la Universidad Autónoma de Madrid,

na Espanha.

É pós-graduada em Arte Integrativa

(2002/2003 – SP).

 

Nós, que há muito acompanhamos

a carreira brilhante de Renata,

a ela enviamos nossos votos de muita felicidade

e contínuo êxito.

 

quarta-feira, 28 de abril de 2010

PARABÉNS A RENATA MADEIRA CRUZ

 

 

 

De 29 de abril a 2 de maio de 2010,

o Pavilhão da Bienal

transformar-se-á no maior encontro

das artes plásticas na América Latina.

Dele  participarão as mais importantes galerias

do Brasil e também dez de países convidados,

como  Argentina, Uruguai, México,

Estados Unidos, Espanha, França e Inglaterra.

 

É a 6ª edição da SP – Arte,

com cerca de 2.500 peças,

apresentadas em estandes de 80 galerias.

Oportunidade para uma rica experiência

com a arte contemporânea

e com a notável qualidade

de mais de 1.500 obras

de artistas renomados e jovens talentos.

A SP-ARTE/2010 apresenta novamente

o projeto de intervenção artística

SP-Arte/Specific, através do qual,

artistas de diferentes núcleos

promovem intervenções

nos espaços arquitetônicos do pavilhão,

como rampa e escadas rolantes.

Nesta edição participam 12 artistas

que freqüentam o Atelier Fidalga,

centro de estudos e reflexão artística

sob coordenação de Sandra Cinto e Albano Afonso.

Para tão importante evento,

Renata, merecidamente, foi selecionada

para apresentação de suas novas obras.

 

De São Paulo, Renata irá, a seguir,

apresentar outros trabalhos

no Museu de Arte Contemporânea de Curitiba.

 

Parabéns, Renata!