segunda-feira, 2 de setembro de 2013

PRENÚNCIOS DE PRIMAVERA

 

Os dias mais amenos deste outono trouxeram

temperatura agradável para nossas plantas

e elas, agradecidas, nos apresentam flores

coloridas em profusão, brindando-nos com

sua beleza e perfume.

 

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Hibiscos colhidos em meu jardim.

 

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Acompanho sempre com atenção o desenvolvimento

destas plantas, protegendo-as das pragas a que estão sujeitas.

 

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Este é o novo hibisco que empresta seu lindo amarelo a minha já

bem colorida coleção.

 

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Meu encanto é completado pelas mini roseiras, sempre floridas.

 

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Este um prazer renovado, a toda manhã, e pelo qual me sinto muito

agradecida.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

INVERNO FLORIDO

 

Temos tido dias bem frios neste inverno, mas as plantas parecem muito felizes. As orquídeas, de todas as espécies, estão lindas, as mini roseiras, carregadinhas de botões, as gloxínias, belíssimas, e agora a cidade ostenta ipês rosa maravilhosos, começando a surgir também os amarelos. Minha casa está parecendo uma floricultura, e eu, feliz por ver o resultado de meu trabalho constante, contemplo tudo na maior alegria, que compartilho através destas fotos.

 

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A grade da varanda (proposta de minhas netas, as arquitetas Flávia e Mariana)  tornou-se um ótimo suporte para as orquídeas.

 

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Esta espécie passou 3 anos sem florir.

 

Fim de julho  (115)

 

 

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As gloxínias presente de meu filho Luiz Eduardo no Dia das Mães

 

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Florindo, após muitos anos de espera, graças aos dias frios.

 

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Temos que aproveitar esta dádiva divina.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

SOCÓ: PÁSSARO PESCADOR INTELIGENTE

 

 

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SOCÓ ou SOCOZINHO

 Espécie: Butorides striatus Família: Ardeidae

Comprimento: 36,00 cm

O termo socó é a designação comum a várias aves ciconiiformes, usualmente paludícolas, da família dos ardeídeos. São encontradas nas regiões de clima quente na América, África, Ásia, Austrália e ilhas do oeste do Oceano Pacífico, sendo bastante comuns em praticamente todos os tipos de hábitats de água doce ou salgada. Normalmente solitário, o socó permanece imóvel, por longos períodos, empoleirado sobre a água ou em suas proximidade, à espera de presas.

 

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Em férias em Maceió, travamos conhecimento com o socó às margens da Lagoa das Antas, no Jatiúca Resort. Vendo-o molhar sobras de pão, imaginei que o fizesse para o amolecer e mais facilmente poder comê-lo. Que surpresa! o socó usava o pão como isca! Se uma tartaruga, ou um peixe maior se aproximava, ele imediatamente o retirava e, assim que o perigo se afastava, tornava a pôr o pão na água. Em pouco tempo conseguia uma porção de peixinhos, que engolia rapidamente, e voltava à pesca… Era de espantar a quantidade que comia gulosamente. Que  hábil e paciente pescador!

Classificar animais como irracionais?!

 

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       No Google encontrei esta saborosa definição  do Socó:

Um pescador diferente

Vive nos rios do Pará

Um pássaro diferente

Seu nome é socó

Um pescador competente.

Gosta de peixe fresco

Todo dia vai procurar

Ele não precisa de anzol

Para sua presa alcançar

Com seu pescoço encolhido

Esse pássaro Tranquilão

Espera o peixe distraído

E, zum! Estica o pescoção

Na habilidade a garantia

Da refeição preferida

Agora é só ficar ao sol

Curtindo a boa vida.

 

Vários vídeos muito interessantes também são encontrados.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

APRESENTAÇÃO DO CONCERTO DIGITAL PELA OSESP A 5 DE JULHO 2013

 

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Na noite de ontem, 5 de julho de 2013, fiquei enlevada com o concerto da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, transmitido via Internet, tendo Roberto Tibiriçá como regente e Stefan Jackiw num solo maravilhoso de violino.

O programa, muito bem escolhido, constou de:

Sinfonia nº 1 em Ré Maior, Op.25 Clássica, de Sergei PROKOFIEV

Concerto nº 5 Para Violino em Lá Maior, KV 219 – Turco deWolfgang A. MOZART, sendo solista Stefan Jackiw.

 

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Sinfonia nº 8 em Sol Maior, Op.88 de Antonín DVORÁK, com destaque para a flauta.

 

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A apresentação, tendo como fundo a bela Sala de São Paulo, foi um presente para quem vive tão longe dos centros culturais do país.

Notas sobre o Programa

Durante uma viagem de barco pelo rio Volga, Prokofiev  planejou a conclusão de uma sinfonia “clássica”, projeto em que já havia trabalhado de maneira intermitente nos anos anteriores.
A obra resultante, luminosa, alegre, tornou-se uma de suas composições mais conhecidas e admiradas: a Sinfonia nº1, em Ré Maior, Opus 25, que, desde então, simplesmente encantou o público.

Em 1775, Wolfgang Amadeus Mozart compôs seus cinco concertos para violino e orquestra, todos em três movimentos. O Concerto nº 5 KV 219 é provavelmente o concerto para violino mais apresentado do mundo, com exigências técnicas inéditas para o instrumentista.

A alternância de três andamentos no primeiro movimento nos traz à mente uma gran scena onde o protagonista é o violino solista. Após o allegro aperto, majestoso e enérgico, colorido pelo som das trompas, o solista faz sua entrada em um delicado adágio.
O segundo movimento, muito expressivo, é impregnado de um lirismo que convida à meditação serena.

O movimento final tem a forma francesa de um rondó, chamado pelo autor de tempo di menuetto. O concerto termina de forma suave, com a frase ascendente de cinco notas executada ao mesmo tempo pelo solista e pelas trompas.

Nosso agradecimento ao Banco Itaú personnalité.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

EXPOSIÇÃO DE PAULO WHITAKER

 

A Galeria Marília Razuk ( São Paulo) recebe a exposição do artista paulista Paulo Whitaker (1958) até 3 de agosto.

Intitulada "O SEMPRE, O TODO, O NÃO SEI", a mostra apresenta um conjunto de 20 trabalhos entre pinturas e desenhos, obras dos últimos cinco anos de produção do artista. Ao lado de telas de grandes dimensões, estarão também expostos desenhos em papéis pequenos, que mostram a versatilidade do artista e a busca por diferentes resultados.

Quero que se preste atenção na pintura e não nas figuras e sua semelhança com a realidade”, explica o artista. Desta maneira, o fundo monocromático das pinturas de Whitaker é contraposto por imagens coloridas e abstratas. As figuras, muitas delas produzidas com estênceis, mostram um vocabulário próprio do artista, como um universo que o espectador é atraído a decifrar.

O processo de trabalho e todas as decisões tomadas por Whitaker na execução das obras são visíveis. Assim é possível notar em seus quadros e desenhos, traços de rabiscos, manchas e borrões. Ao incorporar estes acidentes, Whitaker demonstra que suas obras avançam sem solução de continuidade. Os trabalhos, que podem durar até anos para serem terminados, “são considerados prontos quando eles sobrevivem aos meus julgamentos”, explica o artista.

 

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Paulo Whitaker, Biografia

Paulo Galvão Whitaker de Assumpção (São Paulo SP 1958). Pintor e desenhista. Forma-se em educação artística na Universidade para o Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - Udesc/SC, em 1984. Participa das 20ª e 25ª edições da Bienal Internacional de São Paulo, em 1989 e 2002. Entre 1991 e 1992, é artista residente no Plug In, em Winnipeg, Canadá, no E-Werk Freiburg, em Freiburg, Alemanha, e, em 1999, no The Banff Centre for the Arts, em Banff, Canadá. No final da década de 1980, aparecem em seus desenhos e pinturas, linhas simples, massas coloridas de contornos irregulares, formas curvilíneas e geométricas sobre um fundo monocromático. A partir de 1997, essas formas passam a se agrupar e justapor, e figuras geométricas, como retângulos, são acrescentadas à composição. Na produção de suas colagens, utiliza desenhos feitos por ele mesmo em outros períodos, criando um diálogo entre o atual e o anterior. Em 2005, realiza mostra individual na Galeria Celma Albuquerque, Belo Horizonte, e, no ano seguinte, na Galeria Casa Triângulo, São Paulo. Tem obras em acervos de importantes instituições e museus como: Museu de Arte de Santa Catarina - MASC; Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, MAC/USP; Museu de Arte Contemporânea do Paraná - MAC/PR; Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado - MAB/Faap; entre outros.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

SEIS SÉCULOS DE PINTURA CHINESA

 

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                                 Zhang Daqian   Le mont Emei

A Pinacoteca de São Paulo apresenta a exposição Seis séculos de pintura chinesa - Coleção do Musée Cernuschi, Paris”. A mostra reúne 120 pinturas dos principais artistas da China Imperial (1368-1911) e Republicana (1912-1949), além de obras de pintores chineses que escolheram Paris como lugar de formação depois de 1930.

 

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                                         Gao Gu   Immortels

O Musée Cernuschi é um dos mais importantes museus de arte asiática na França. Seu acervo foi constituído a partir de obras adquiridas pelo economista Henri Cernuschi (1821-1896) durante uma viagem ao Oriente em 1873.

 

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                                         Fu Baoshi    Reveur

 Esta é a primeira vez que a Coleção é apresentada no Brasil, portanto, uma oportunidade única de conhecer a história da pintura na China, os estilos e as tradições que se articularam ao longo dos séculos, assim como seus desdobramentos no século XX.  

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                    Wu Zuoren    Deux pandas sous les bambous

A exposição está dividida cronologicamente em seis espaços. A sala Ming reúne trabalhos realizados durante a Dinastia Ming (1368-1644). Entre os destaques estão doze leques com desenhos e caligrafias realizadas por Wen Zhengming (1470-1559).

 

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Na sala Dinastia Qing, (1644-1911), teremos paisagens de Xu Zhang (1694-1749), Gao Qipei (1672-1734), entre outros. A escola Epigrafia reúne trabalhos de Qi Baishi (1863-1957), DING Yanyong (1902-1978).

 

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                                 Fu Baoshi     Lettre dans son studio 

Viajando no Japão apresenta, entre outras, um conjunto de dez obras de Zhang Daqian (1899-1983), considerado o artista chinês mais importante do século XX e que se dedicou à prática da caligrafia e pintura tradicionais chinesas, deixando uma grande produção de obras em estilo moderno e extremamente pessoal, que levou críticos e historiadores a considerá-lo o “Picasso chinês”. Nascido na China continental, sua vida foi marcada por constantes viagens e deslocamentos até fixar-se em Taiwan, onde faleceu. Zhang Daqian também passou pelo Brasil e viveu em Mogi das Cruzes, São Paulo, entre 1953 e 1972

 

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                                   Zhang Daqian    Gibbon

Nas últimas salas, Descobrindo o Oeste e Renascimento da Paisagem o público poderá conhecer trabalhos dos anos 1930, 1940 e 1950. Completa a mostra o vídeo, O Renascimento de duas pinturas Chinesas que narra a história e o processo de conservação da pintura chinesa.  

A mostra conta, ainda, com um catálogo digital com reprodução de obras, textos historiográficos sobre a coleção, cronologia e documentação bibliográfica, que dá um ótimo suporte a visitantes e pesquisadores.

                           

 

Pinacoteca do Estado

Pça. da Luz, 2, Bom Retiro - Centro. Tel.: (11) 3324-1000.

Terça, quarta, e sexta a domingo, das 10h às 17h30 (c/ permanência até as 18h); quinta, das 10h às 22h.

terça-feira, 14 de maio de 2013

GRALHAS: ALEGRIA NO CAMPO

 

Numa manhã de domingo, fiquei encantada observando um bando de aves que voavam de árvore em árvore,  no sítio São Luiz em Valentim Gentil, S. P. Faziam companhia a diversas outras : bem-te-vis, canarinhos, joãos-de-barro e, mais distantes, alguns tucanos.

Foi-me dito serem  gralhas do mato (gralhas-picaça). Eram aves muito barulhentas, irrequietas e rápidas, voando a todo instante, difíceis de serem bem observadas e muito menos fotografadas.

Curiosa, recorri a uma pesquisa no google, onde consegui todas estas informações:

Gralha é um nome comum para vários pássaros de tamanho pequeno, geralmente coloridos e barulhentos. São passeriformes da família Corvidae, aparentados aos corvos, percas e pegas.

Gralha do mato ou Gralha-picaça - Cyanocorax chrysops –em inglês, Plush-crested Jay.

 

 

 

  • Características

    As costas são azul ultramarinho, a cabeça e a parte anterior do pescoço, negras. As penas da cabeça formam uma almofada saliente, como uma bola. Destacam-se a nuca azul-esbranquiçada reluzente, um desenho azul sob o olho e o bigode, e a íris amarelo-enxofre. A barriga apresenta coloração branco-amarelada, bem como a parte terminal da cauda (ou branco-puro, na região amazônica). Possui em média 34cm de comprimento, 17cm de cauda e aspecto delgado. Tem um canto tagarelante e imita vozes de outras aves e mamíferos.

  • Reprodução: Põe de 6 a 7 ovos grandes, de cor azul-celeste com detalhes brancos. Na época reprodutiva deixam os bandos, geralmente de 10 a 20 indivíduos, para viver a dois. O ninho é feito em árvores altas e espinhentas, para evitar predadores.

  • Caçam em qualquer altura, usam os dedos para segurar a comida, enfiam o bico pontiagudo fechado numa fenda, a qual depois forçam, abrindo as mandíbulas.

  •  Foto:

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Gralha-do-campo

A gralha-do-campo é também uma ave passeriforme da família Corvidae. Conhecida  como gralha-do-peito-branco, cancão-da-chapada (MA) e pega (Piauí).

A denominação cristatellus é relativo à crista. C. cristatellus é o “corvo-azul-de-crista”.

 

Características

Asas longas e cauda curta.  A gralha-do-campo apresenta um característico topete alongado na região próxima ao bico, a íris vermelha e a cabeça inteiramente negra.  Plumagem azul-escura, a parte interior do pescoço e a garganta pretas, mas a barriga e a ponta da cauda, brancas. Alcança até 35cm de comprimento.  

 

 

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Nome Científico
Cyanocorax cristatellus


Nome em Inglês
Curl-crested Jay  


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É muito bom ver o quanto está aumentando a diversidade e a quantidade de aves no interior do estado de São Paulo. Que  colorido, que alegria, é vida no campo.