sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

MÉXICO

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Sempre senti muita atração

pelo povo mexicano: sua cultura,

  sua história, sua arte, sua música,

suas tradições.

Meu neto Marcelo,

voltando de uma viagem de férias,

trouxe um belo livro,

“EXPRESSIONES UNICAS DE MEXICO” XCARET

e assim, não resisti mais,

incorporei páginas escaneadas

e pesquisaS neste blog despretencioso,

destinado a minha família e meus amigos.

A arte mexicana

 

A cultura mexicana é uma mistura rica e complexa

de tradições indígenas,espanholas e norte-americanas.

As regiões rurais são habitadas por descendentes

dos Maias, dos Astecas e de espanhóis ;

cada uma dessas tradições

enriqueceu a cultura regional.

Nas cidades, as influências européia

(espanhola e francesa sobretudo)

e  norte-americana são predominantes.

Uma rica tradição de pintura e de escultura

já existia no México

bem antes da conquista espanhola.

No século XX, Diego Rivera,

David Alfaro Siqueiros e José Clemente Orozco

se destacam na pintura mural.

Célebre também é Frida Kahlo,

esposa de Diego Rivera.

A agua na evolução das especies Diego Rivera

 

“A água na evolução das espécies” Diego Rivera

 

 

Dias das flores Diego Rivera

 

“Dia das flores” Diego Rivera

 

 

David Alfaro de Siqueiros

 

David Alfaro de Siqueira

 

 

mural Orozco 

 

Mural de Orozco

 

 

muralsiqueiros Davi Siqueiros

 

David Siqueira

 

 Frida Kahlo

 

“Auto-retrato com gatos “  Frida  Kahlo

 

 

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Interior de casa

 

 

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Cozinha

 

 

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Comida saborosa

 

 

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Cabaça ricamente decorada

sábado, 5 de dezembro de 2009

MAGIA NO SÉCULO XXI

Somente com o auxílio da Internet

pudemos, em poucos instantes,

ir de Araçatuba à Pinacoteca do Estado,

para apreciar a mostra

“Yolanda Mohalyi – No Tempo das Bienais”,

e isto sem enfrentar enchentes,

engarrafamentos, esperas em fila…

Yolanda Mohalyi

(Transilvânia, 1909 – São Paulo, 1978)

é uma das artistas brasileiras

mais bem sucedidas

no período entre as décadas de 60 e 70.

Na Real Academia de Belas Artes de Budapeste,

na Hungria, onde se formou,

Yolanda recebeu os primeiros fundamentos

artísticos, sob  forte influência

do expressionismo europeu.

Imigrou para o Brasil aos 22 anos,

fixou-se em São Paulo,

e aqui despertou para uma arte própria,

sob o impacto do clima

e das cores do novo país tropical.

Com curadoria de Maria Alice Milliet,

a exposição faz uma retrospectiva

do trabalho da artista.

São 95 obras, entre desenhos, aquarelas,

guaches e gravuras.

A mostra reúne dois importantes momentos

de sua expressão artística:

o Figurativo (décadas de 1930, 1940, 1950)

e a Abstração (décadas de 1960,1970),

além de exibir dois grandes painéis

compostos por folhas de papel 

pintadas a guache.

Nessa segunda fase,

Yolanda mantém a utilização de cores fortes,

porém, com grande luminosidade,

além do domínio das grandes dimensões.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em alguma parte

 

 

 

Foi-nos possível apreciar estas obras ,

que realmente nos encantaram,

graças a pesquisas no Google

e no caderno 2 do jornal

O ESTADO DE S. PAULO.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

FÉRIAS

Mudei-me para Araçatuba

assim que me casei, há 57 anos,

e aqui criei meus filhos

e vi nascer seis dos meus netinhos.

Vivo tranquila e feliz nesta cidade,

onde tenho muitos amigos,

sinto , porém, falta do mar,

da sua amplidão,

do cheiro salino de sua espuma,

do movimento incessante das ondas,

e do ruído ao quebrarem na praia,

do vôo sereno das gaivotas…

Como Luiz compartilha desse meu encanto,

constantemente escolhemos uma praia

como destino de férias.

Desta vez fomos para Guarujá,

onde passamos dez dias preguiçosos,

de muita conversa, 

caminhadas na areia e banhos de mar,

matando a saudade de dois sobrinhos

muito queridos, Silvia e João.

Após uma visitinha

a Flavia, Fabio e Mariana

que sempre nos encantam com seu carinho,

estamos de volta,

o que é sempre muito gostoso também.

 

 

 

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Minhas imagens023

 

 

 

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E agora, vamos levando a vidinha de sempre…

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Novos trabalhos de Renata Madeira Cruz

 

Temos tido um prazer muito grande em acompanhar

os trabalhos  de Renata,

sempre destacados pela criatividade

e coragem em dar asas à sua imginação tão fértil.

Fazendo parte do grupo do Ateliê Fidalga,

tomou parte em exposição recente em Lisboa,

apresentando sua concepção moderna de livros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                          

 

 

domingo, 15 de novembro de 2009

Henri Cartier-Bresson

 

O SESC Pinheiros está apresentando

a exposição “Henri-Cartier Bresson: fotógrafo”,

com uma mostra de 133 de suas fotografias principais

A exposição  ficará em cartaz até 20 de dezembro.

 

Com olhar, mente e coração abertos

para registrar as imagens ao redor do mundo,

Cartier-Bresson revolucionou o universo da fotografia

e do fotojornalismo por meio da construção de imagens de impacto.

Suas fotos , humanas e espontâneas,

ajudaram a dar ao fotojornalismo a categoria de arte.

Henri Cartier-Bresson nasceu em Chanteloup,

perto de Paris, em 22 de agosto de 1908.

Estudou pintura com André Lhote, artista ligado ao cubismo,

e mais tarde pintura em Cambridge,

o que foi, conforme afirmou, fator crucial para educar sua visão.

 

 

Hyères, France, 1932 - Foto: Henri Cartier-Bresson (© Henri Cartier-Bresson/ Magnum Photos)

 

 

 

 

 

 

 

 

  Henri Matisse fotografado entre 1943 e 1944 .

 

O artista Henri Matisse fotografado por Henri Cartier-Bresson entre 1943 e 1944

 

 

matisse

 

“Tirar fotos é prender a respiração

quando todas as faculdades convergem para a realidade fugaz.

É organizar rigorosamente as formas visuais percebidas

para expressar o seu significado.

É pôr numa mesma linha de mira

a cabeça, o olho e o coração". Henri Cartier-Bresson

 

 

Cherrybone

 

 

 

 

E imaginar que todas estas fotos foram tiradas sem tripé

e sem uso de toda a nova tecnologia…

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A VOCÊ CRIANÇA DO SÉCULO XXI

 

O Pequeno Príncipe
Tradução em Português
por Vinna Mara Fonseca

 

 

Começou ontem na Oca ( Parque do Ibirapuera)

a exposição “O Pequeno Príncipe”,

baseada na encantadora obra de Saint-Exupéry

Cheia de atrações _ é possível:

desenhar nas paredes com lápis de cor,

subir no asteróide 612 ,

o planeta do Pequeno Príncipe,

assistir ao teatro de sombras na casa da raposa…

seguir Um caminho iluminado por estrelas

que conduz o visitante

pelos diferentes capítulos do livro.

 

 

 

 

Isto tudo me fez lembrar a nossa vida

de criança do século passado, tão diferente:

nosso encanto por livros, geralmente pouco ilustrados,

o desejo de possuir uma bicicleta,

o telefone construido com duas latinhas e um cordâo,

as brincadeiras de esconde-esconde,

amarelinha, lenço atrás,

o autorama, o Lego, jogos de pingue-pongue…

a boneca que abria os olhos e falava “mamãe”…

as matinés no cinema…

Tudo isto nos fazia muito felizes,

acreditem crianças do século XXI

 

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Chegou a vez do Rio receber Marc Chagall

 

“O Mundo Mágico de Marc Chagall

– O Sonho e a Vida”

 

 

Chagall é um dos ícones da arte moderna e do surrealismo

 

 

 

 

 

Esta exposição nos apresenta

o universo mitológico e religioso de Chagall,

que nasceu na Bielorrússia,

mas viveu a maior parte de sua vida na França.

Sua obra traz influências de Cézanne

e do trabalho cromático de Matisse.

 

Entre pinturas, guaches, esculturas e gravuras

são cerca de 300 obras

que estarão expostas a partir de 16 de outubro,

no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.

Gravuras das séries “A Bíblia” (“La Bible”),

“Dafne e Cloé” (“Daphnis et Chloé”)

e “As Almas Mortas” (“Les Âmes mortes”),

estarão reunidas pela primeira vez no Brasil.

 

 

 

BELO HORIZONTE EXPOSIÇÃO BH recebe maior mostra de Marc Chagall no Ano da França no Brasil

 

 

 

1953_1_67 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rain

 

 

 

A farmácia

 

 

“O Mundo Mágico de Marc Chagall

(O Sonho e a Vida)” consta de7 módulos

que narram as fases de sua vida/obra

– sendo um deles uma composição

de trabalhos brasileiros influenciados pelo artista.

 

 

 

 

 

 

 

Esta exposição, imperdível

para o público do Rio de Janeiro,

é mais um momento marcante

das comemorações do Ano da França no Brasil.